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Ciudad del Este, Paraguai
Manifestação na av. Paulista contra o presidente do mundúmido. Clique na moça para mais imagens.

Não é a escola pública mais feia da cidade. É só mais uma escola comum.

Penha, São Paulo










11/08/2006, Av. Brigadeiro Luís Antônio, Manifestação da UMES, União Municipal dos Estudantes Secundaristas

LEIA A REPORTAGEM
Por Luciana Benatti e Marcelo Min
Ato na PUC-SP contra a redução das bolsas, o corte de estudantes bolsistas e o impedimento de matrículas de alunos inadimplentes. Eles também pedem a anistia das parcelas das matrículas para os alunos que vieram de cursinhos populares.






Em janeiro, na época das matrículas e das férias e quando haviam poucos estudantes ainda foi assim que o mesmo representante da reitoria da PUC recebeu os alunos. Clique sobre a foto.


Estudantes da PUC e de cursinhos populares reivindicam diálogo com a reitoria por critérios mais justos na distribuição de bolsas de estudos e pela isenção de taxa de matrícula para os estudantes de baixa renda.
Confronto com a Reitoria marca matrícula de ingressantes
por Ébano
No dia 14/1, sexta-feira, último dia de matrícula da segunda chamada, o Centro Acadêmco de Ciências Sociais, Cacs, membros do Movimento dos Cursinhos Populares da PUC e estudantes aprovados no vestibular 2005 provenientes de bairros de periferia, foram impedidos de realizar uma manifestação no Prédio Novo por seguranças da universidade. Os estudantes reivindicavam a isenção da taxa de matrícula para os alunos de cursinhos populares que foram aprovados no vestibular mas não têm condições de pagar a matrícula.Na primeira chamada e também no dia 13/1, os estudantes realizaram uma passeata pelos corredores do Prédio Novo, onde acontecia a matrícula, protestando com apitos e correntes. No dia 14/1 os estudantes pretendiam repetir o protesto, mas foram impedidos pelos seguranças da universidade, que postaram-se na entrada das rampas do Prédio Novo, impedindo sua passagem.O presidente da AFAPUC, Anselmo Antonio da Silva, tentou intermediar o conflito, mas seus argumentos não foram levados em conta pela direção da universidade. Anselmo fez uso da palavra, afirmando que em seus mais de 20 anos de universidade não havia visto tal tipo de repressão. A manifestação dos estudantes ganhou o apoio de participantes do curso de verão - curso promovido pela Igreja Católica, cujo tema geral era solidariedade. Das sacadas do Prédio Novo, os participantes do curso aplaudiam os estudantes. Um dos alunos do curso procurou o PUCviva para relatar que tal manifestação estava sendo também impedida pela Reitoria, que mandava que as pessoas voltassem às salas de aula.Diante do anúncio de que a Reitoria estaria disposta a negociar, os estudantes recuaram. Uma reunião aberta foi feita. Após duas horas de discussão, a direção da universidade apresentou a mesma proposta que havia feito na semana anterior, ou seja, parcelamento da taxa de matrícula em três vezes para os alunos carentes. Os estudantes continuaram discordando da proposta e emitiram uma nota em que acusam a Reitoria de tê-los enganado durante a negociação e de coagir os alunos carentes ao anunciar que a concessão do parcelamento estaria vinculada ao controle do rendimento acadêmico dos estudantes. Já a Reitoria, em carta à comunidade, lamentou “as manifestações ocorridas, que não se justificam em uma universidade que sempre praticou uma ampla política de inclusão responsável, garantindo a presença em seu corpo discente de numerosos estudantes pertencentes às camadas populares da sociedade”.








Movimento dos Cursinhos Populares: a luta diária!
O Movimento dos Cursinhos Populares sente a necessidade de vir a público expor seus objetivos, métodos de luta e um histórico da batalha travada na PUC-SP. O movimento é composto por diversos cursinhos (inclusive o Cursinho dos Alunos da PUC), por estudantes desta e de outras universidades, integrantes de outros movimentos sociais e demais pessoas que se identificaram com a luta.Muitos alunos de nossos cursinhos prestaram vestibular para universidades públicas e não foram aprovados. Alguns se inscreveram na PUC e foram aprovados, mas não têm como pagar a taxa de matrícula. Até agora a isenção da taxa de matrícula só se realizava em caráter de exceção, diante da humilhação do aluno e sob o juramento de sigilo. A partir disso, decidimos lutar pela isenção da matrícula, organizados no Movimento dos Cursinhos Populares.A princípio, recorremos aos meios disponíveis na PUC para reivindicar a isenção. Participamos de três reuniões abertas com a Reitoria, para as quais não fomos convidados, mesmo entregando nossa pauta com antecedência. Na última reunião aberta, estavam presentes os vice-reitores administrativo e comunitário, que nem ao menos sabiam de nossa presença nas reuniões anteriores.Por não obtermos resposta até o dia 5/1/05, quando saiu a primeira lista, decidimos pela manifestação. No dia 6/1, na primeira chamada do vestibular, cerca de 60 estudantes subiram as rampas da PUC acorrentados, pedindo a isenção. Representantes da Reitoria se propuseram a negociar com o Movimento e, em uma assembléia, tiramos uma comissão para ouvir qual era a proposta. Na reunião, houve a negação da isenção de matrícula e a proposta de formação de um Grupo de Trabalho para discutir bolsa de estudos. O Movimento afirmou que, sem a isenção da taxa de matrícula, a luta e as manifestações continuariam. No dia seguinte, muitos alunos foram obrigados a matricularem-se em um parcelamento em 3 vezes para não perder a vaga, tendo que pedir dinheiro emprestado para pagar a prestação, já que muitos não tinham dinheiro.Na segunda chamada, a luta continuou, e a Reitoria passou a incitar a desmobilização com ameaças e difamação do Movimento. No dia 13/1, às 21h, em reunião fechada, a Reitoria tentou forçar a desvinculação do Centro Acadêmico de Ciências Sociais do Movimento, exigiu que os manifestantes desocupassem o CA e jogassem fora as correntes usadas durante a manifestação, e entregou uma carta cobrando uma posição do Centro Acadêmico.Denunciamos a atitude coercitiva da Reitoria em uma manifestação, mas a repressão não findou. Para impedir nossa passagem pela rampa, uma verdadeira muralha humana foi montada, com cerca de 20 homens do corpo de segurança da universidade. Alguns alunos do Curso de Verão se solidarizaram com a luta. As falas ao microfone denunciaram essa atitude autoritária de negar o direito à manifestação. A Reitoria impediu inclusive que alunos do Curso de Verão se integrassem ao movimento, com a ameaça de perda da sede do curso. O vice-reitor comunitário, João Décio Passos, chegou a agredir verbalmente a aluna Vitória Vassoler, formada pela PUC e integrante do Educafro, chamando-a de indecente, com o dedo hasteado em sua face. Na negociação do dia 14/1, a Reitoria novamente se negou a conceder a isenção. Os representantes que articularam a reunião, depois de conversa com o Sr. João Décio, mantiveram o mesmo parcelamento da 1.ª chamada. Tal demora das negociações ocasionou a perda do prazo para efetivação da matrícula. Frente a essa situação de comprovado desrespeito, conseguimos, depois de muita luta, que a matrícula fosse feita na segunda-feira 17/01/05.O fato é que, nessa negociação, fomos enganados pela Reitoria. Os alunos tiveram que entrar com recurso para matrícula fora de prazo. Com a matrícula sendo efetivada sob recurso, João Décio e Silvana Tótora puderam conversar em particular com cada um dos estudantes e, covardemente, coagi-los a deixar o Movimento. João Décio disse que o desempenho acadêmico destes alunos será acompanhado de perto. Coagiram-nos a assinar um documento condicionando a efetivação plena da matrícula ao pagamento das duas parcelas restantes. Verbalmente, condicionaram a concessão de bolsas à não-atuação do aluno no Movimento dos Cursinhos Populares ou mesmo no C.A.. Devido a esses acontecimentos, chamamos as entidades dessa universidade (centros acadêmicos, Apropuc, Afapuc e demais estudantes) a apoiar luta pelo acesso e permanência dos estudantes de baixa renda na universidade e pela liberdade de expressão e livre manifestação dos movimentos sociais dentro da PUC.Na luta pelo direito ao ensino superior a todos, e não só para uma camada privilegiada. Pela universidade pública e gratuita para todos. Pela periferia na academia!
Nossos contatos: 3670-8340.
E-mail: movimentodoscursinhos populares@yahoo.com.br.
Movimento dos Cursinhos Populares
O Movable Type tem um recurso que chama Bookmarklets ou MT it!, que com um clique no mouse direito eu consigo imediatamente recortar e postar uma página ou trecho de texto de qq site no fotogarrafa. Então vou abusar disso pra enrolar um pouco mais agora e falar de um brasileiro, cabra lutador, que tenho o maior respeito e fé e que acabou de se formar e que mais de uma vez eu o vi discursar de cima de um palanque, caminhão, e me fez chorar. O cara é foda!!! E elogiar deputado federal que eu me lembre é a minha primeira vez!


23/02/1999, o calouro Vicentinho feliz da vida no primeiro dia de aula no curso de direito
Consultor Jurídico » Vicentinho recebe diploma de bacharel em Direito nesta terça
Canudo na mão
Vicentinho recebe diploma de bacharel em Direito nesta terça
por Rodrigo Haidar
O deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, recebe nesta terça-feira (13/4), aos 48 anos de idade, seu canudo de bacharel em Direito. A colação de grau do estudante da Uniban, de São Bernardo do Campo, será no Via Funchal, em São Paulo.
Em entrevista exclusiva à revista Consultor Jurídico, Vicentinho afirma que pretende atuar nas áreas trabalhista e de Direitos Humanos "para defender meninos de rua, mulheres violentadas e prostituídas -- o povo da rua, que não tem que os defenda".
Contudo, seus planos de exercer a profissão serão um pouco adiados pelo que chama de missão político-partidária. "Além de estar no exercício de um mandato de deputado federal, que o povo me confiou com expressiva votação, serei candidato a prefeito de São Bernardo do Campo. Assim, os planos de exercer a advocacia estão adiados por mais algum tempo", disse.
Vicentinho discorreu ainda sobre a reforma do Judiciário e as reformas sindical e trabalhista. O deputado é a favor do controle externo e contra a súmula vinculante, que considera uma medida que "mata a criatividade dos juízes". Em relação à reforma trabalhista, ele firma posição contra qualquer tipo de flexibilização que avilte direitos adquiridos dos trabalhadores.
Leia a entrevista:
Quais são as diferenças, pessoais e profissionais, entre o Vicentinho calouro e o Vicentinho bacharel?
A diferença fundamental é que, embora eu tenha feito a faculdade da vida e reconheça que grande parte do que sei e sou devo a esse aprendizado acumulado com a prática e a luta do dia-a-dia, tudo o que aprendi na escola trouxe um plus para a minha caminhada. Eu fiquei muito surpreso com todo o conhecimento que a academia me proporcionou. Acho que temos de ter a humildade de reconhecer que a academia, que os estudos, sempre agregam algo a mais. Hoje, me sinto mais preparado para os desafios que me proponho a enfrentar.
O senhor pretende ser um advogado atuante?
Pretendo. Aliás, meu sonho era ser juiz e ainda tenho essa idéia. Pretendo oportunamente operar na área do Direito, mas ainda tenho que cumprir minha função político-partidária. Além de estar no exercício de um mandato de deputado federal, que o povo me confiou com expressiva votação, serei candidato a prefeito de São Bernardo do Campo. Assim, os planos de exercer a advocacia estão adiados por mais algum tempo.
O que e quem defenderá o Vicentinho advogado?
Ao exercer a função, gostaria de ter condição de atuar na área do Direito do Trabalho, que é um assunto com o qual tenho grande afinidade. Também quero trabalhar na área dos Direitos Humanos, para defender meninos de rua, mulheres violentadas e prostituídas - o povo da rua, que não tem que os defenda.
Qual a sua avaliação sobre a reforma do Judiciário nos moldes com que foi aprovada pelo Senado?
A proposta de reforma do Judiciário foi bem encaminhada na votação no Senado, mas ainda não passou pelo plenário e alguns de seus pontos voltarão para a Câmara para serem reexaminados. Entre os pontos mais polêmicos, posso lhe dizer que apóio o controle externo do Judiciário, mas não concordo com a súmula vinculante.
Por quê deveria haver um controle externo?
Acho que o controle externo do Judiciário é de suma importância, pois a população precisa ser informada em relação às atitudes do Poder Judiciário, da mesma forma que é informada sobre as atitudes do Legislativo e do Executivo. É uma questão de transparência e uma justa prestação de contas à sociedade.
Que problema o senhor vê na súmula vinculante?
Essa medida fere a autonomia das instâncias e mata a criatividade dos juízes, impedindo-os de tomar as decisões mais justas possíveis.
Em relação à Justiça do Trabalho, o que precisa ser modificado?
A Justiça do trabalho só deve ser procurada em último caso e quando as duas partes assim concordarem. Acho que é preciso que o sindicato seja o substituto processual dos trabalhadores. Com isso, os sindicatos ganharão mais poder de negociação e muita coisa deixará de ser levada à Justiça, pois muito se resolverá na mesa de negociações. Também acho que a Justiça tem de ser mais célere em suas decisões.
E a atual reforma ajuda para que a Justiça seja mais rápida
Refrente à Justiça do Trabalho, quando for aprovado o substituto processual, sim, os processos terão a tramitação acelerada, e muito. Processos que levam 15, 20 anos para serem resolvidos atualmente, poderão levar um mês. Isso porque em vez de haver mil, dois mil processos por uma causa, com o sindicato como substituto do trabalhador, haverá uma causa só com solução para todos os questionamentos de igual natureza. O trabalhador não precisará mais se envolver com o processo, sobretudo nas causas que envolvem um contingente maior de pessoas. É preciso que se explique que 80% dos processos individuais que correm hoje na Justiça do Trabalho referem-se a trabalhadores desempregados e os outros 20% a empregados que estão processando a empresa anterior.
Como é o acesso do trabalhador à Justiça?
Vejo sensível melhora na instância superior, no Tribunal Superior do Trabalho. Talvez isso se deva à dinâmica do atual presidente, que tem aberto o tribunal para o debate, abrindo espaço para que os setores façam suas críticas. Esse procedimento tem trazido muita coisa nova nessa área e já repercute bem em outras instâncias também.
Qual a sua opinião sobre a reforma sindical desenhada pelo Fórum Nacional do Trabalho?
O mais importante dessa reforma, tão importante quanto seu conteúdo, foi o fato de tudo ter sido amplamente negociado. A negociação contemplou posições dos trabalhadores, dos empresários e do governo, com participação de membros do Legislativo, como eu próprio. Com a proposta final que será encaminhada pelo governo para o Congresso, o processo de negociação permitirá que outras propostas que hoje tramitam no Congresso sejam retiradas. Vou estimular meus pares a retirar propostas, como eu próprio o farei oportunamente com a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que apresentei.
Mas especula-se que há o risco de que as centrais possam negociar direitos adquiridos dos trabalhadores, como o FGTS. Existe realmente esse risco?
Eu não creio, mas, se houver, será um ponto de conflito. Eu não tenho concordância nenhuma no que se refere a precarizar ou reduzir direitos dos trabalhadores. Há empresários parlamentares que insistem nessa tese, mas os problemas do país não são os direitos dos trabalhadores. A crise que o país enfrenta se deve à situação econômica. E o tema "direito dos trabalhadores" vem à tona devido à crise. É preciso que fique claro que a reforma não será feita com o propósito de gerar empregos, mas de criar uma relação estável entre empregados e empregadores, que acabe, por exemplo, com a informalidade. Um conjunto de regras claras e estáveis, que estimule positivamente a relação entre empregados e empregadores, poderá, sim, atrair novos investimentos, porque quem se instalar no Brasil saberá que a relação é estável. Mas, para quem tem a expectativa de que a reforma gere empregos, será muito frustrante.
A reforma trabalhista deve ganhar espaço na agenda do governo no ano que vem. Quais os limites dessa reforma?
Os limites serão reformar sem retirar direitos, modernizar sem precarizar as condições de trabalho, reconhecer a importância da pequena e da microempresa, sem, entretanto, escravizar os trabalhadores.
Para o senhor, até onde os direitos podem ser negociados e as leis do trabalho flexibilizadas? Quais os principais pontos que o governo deve observar nesse provável reforma?
Até onde não avilte as condições dos trabalhadores, não os transforme em trabalhadores escravizados, precarizados. Até onde haja a concordância dos trabalhadores - tudo tem de ser amplamente debatido e negociado. Deve-se observar o princípio da liberdade sindical, o fim de contribuições compulsórias e o estímulo às soluções negociadas.
Isso significa que parcelar 13º salário ou diminuir a multa de 40% do FGTS nos casos de demissão, nem pensar?
É isso mesmo. Essas propostas de parcelamento e outras que têm sido aventadas, como o parcelamento de férias, significam, sim, diminuição de direitos. Não concordamos com isso. Se isso é um problema para a pequena e para a microempresa, a solução não está em tirar direitos do trabalhador, mas sim na questão tributária. Essas empresas, que geram empregos e produzem, deveriam pagar menos impostos. A produção tem de ser privilegiada.
O senhor se torna bacharel aos 48 anos. O que acha do fato de a maioria dos trabalhadores com mais de 40, 45 anos de idade ficarem praticamente excluídos do mercado de trabalho?
Isso é um desrespeito frontal à dignidade humana. Quando vejo como os países mais avançados tratam os trabalhadores de mais idade, sempre me impressiono. Eles sabem valorizar a experiência. Tenho refletido muito sobre como assegurar emprego e renda aos trabalhadores mais jovens e aos mais velhos. Defendo, por exemplo, que se criem cotas para que esses grupos não sejam excluídos do mercado de trabalho.
De apontador e inspetor de qualidade a um dos mais reconhecidos líderes sindicais, deputado federal e, agora, bacharel em Direito. Como o senhor se define e que conselho daria para que outros trabalhadores sigam o seu exemplo?
Me defino como alguém que luta, que tem que enfrentar desafios a cada momento e que quer ser útil aos sofridos e aos injustiçados. O conselho é: nunca é tarde para começar, nunca perder a esperança, nunca desistir.
Revista Consultor Jurídico, 12 de abril de 2004
Caro Mim, parece que o site já engrenou, que continue assim. Interessante essa ferramenta Movetable, não conhecia, uma mão na roda.
Parabéns pelas fotos do Vicentinho!
Um abraço!
Belisa, a única coisa que ficou claro pra mim é que merecemos cem anos de perdão!
Posted by: min at abril 15, 2004 01:57 PMSim, eu estava falando dos créditos do post... É evidente que não estou discutindo a entrevista que é do Consultor Jurídico. Quanto á tua foto, encontrei no google, mas só agora sei que é tua. Espero que tenha ficado claro...
Abração pra ti também!
Mas Belisa o crédito tá aí, Rodrigo Aidar do Consultor Jurídico, o resto chama-se repercussão ou em bom inglês, embromation
Olá, vim retribuir a visita que tu fez no meu blog. Muito interessante essa página, mas acho que o teu post ficou superparecido com o meu... Será que os créditos não deveriam ser os originais?
Abração!
Fico feliz em ver o Vicentinho conquistando seu diploma. Como ele mesmo disse, o curso lhe ofereceu conhecimento essencial para continuar na sua caminhada. É um a menos pra uns FDP pegar no pé por falta de "diploma". O FOTOGARRAFA continua de parabéns! Abraço
arquivo março 2000: manifestação dos professores e servidores públicos na Av. Paulista
Postei esta foto só pra lembrar que amanhã, 16hs, vai ter uma caminhada do MASP até o Ibirapuera, passando pelo consulado norte-americano pra gente poder se manifestar contra a estupidez do BUSH. Vamos lá!