novembro 15, 2005

http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/
Primeira página de vários jornais espalhados pelo mundo

Posted by fotogarrafa at 12:54 PM

setembro 27, 2005

Foco

Digital, Marcelo Min, Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), 20050927, imprensa
Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, SP, Imprensa

Digital, Marcelo Min, Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), 20050927, imprensa
Raul Pont, da Democracia Socialista, que passou para o segundo turno na disputa pela presidência do PT, que será em 9 de outubro, contra Ricardo Berzoini, do Campo Majoritário.

Posted by fotogarrafa at 11:06 PM

agosto 24, 2005

Dreadlock

Digital, Marcelo Min, 20050823, ARFOC: Série Encontros, Editores
Debate promovido pela ARFOC-SP com os editores de fotografia Marco Ankoski (Diário de São Paulo), Toni Pires (Folha de São Paulo), Wilson Pedrosa (O Estado de São Paulo) e Wilson Magão (Diário do Grande ABC).

Posted by fotogarrafa at 09:12 PM

junho 27, 2005

ALENCAR ALMEIDA FAZ SÁTIRA À GRANDE IMPRENSA

alencar_almeida.gif

O jornalista e escritor Guilherme Azevedo lança no próximo dia 30 de junho, quinta-feira, em São Paulo, o livro As Aventuras de Alencar Almeida. A festa-lançamento acontecerá na sede da revista Caros Amigos (rua Fidalga, 162, Vila Madalena, zona oeste), a partir das 19 horas.
As 15 histórias do livro - vividas pelo repórter Alencar Almeida, personagem criada por Guilherme, e companheiros de redação - colocam em pauta os limites para o exercício do jornalismo no Brasil. Alencar Almeida enfrentou o Diabo. Foi ao Mundo dos Mortos. Desafiou chefes. Driblou manuais de redação. Tudo por uma boa história.
As aventuras têm como cenário a redação de A Verdade, o maior jornal de um país nem tão imaginário assim, dirigido pelo senhor Rosebud (alusão a Charles Foster Kane, magnata da mídia, no filme Cidadão Kane, de Orson Welles).
As peripécias e desventuras desse repórter são uma crítica bem-humorada à grande imprensa brasileira. "Pode-se criticar pela verrina, pelo azedume. Guilherme escolhe a melhor via, a da sátira. Diverte-nos o tipo de humor com que aborda o jornalismo, a começar pela ironia do nome da empresa em que se desenvolvem as aventuras: o Grupo A Verdade", escreve o jornalista Mylton Severiano, no prefácio da obra.
Alencar Almeida é um repórter inconformado com os rumos do jornalismo. Como os milhares de jornalistas empregados, ou quase empregados, nas grandes empresas de mídia do país, vive, no dia-a-dia, as injustiças e as desilusões da profissão. É um assalariado de vencimento reduzido e jornada de trabalho extensa e árdua. Acredita na subjetividade, na emoção, no ponto de vista autoral, no texto pessoal, bem-acabado e mais extenso, em apuração aprofundada. Quer escrever sobre a maioria da população. Enfrenta, contudo, a resistência e a oposição dessa grande engrenagem da notícia em que se transformou uma empresa jornalística, corporificada em A Verdade.
Alencar Almeida nos sugere, nos inspira a não desistir jamais, apesar de nossa fragilidade.
As Aventuras de Alencar Almeida tem projeto gráfico de Lígia Morresi.

Apoio cultural: Johnny Walker; Bavaria e Xingu.

O autor
Guilherme Azevedo nasceu na cidade de São Paulo, em 1o de fevereiro de 1971. É jornalista profissional desde 1995 (formou-se pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero) e estudou letras (português) na Universidade de São Paulo.
Ingressou no Grupo Folha em 1996, como trainee, e trabalhou na Agência Folha até 2001. Entre outras publicações e portais, escreveu para a Caros Amigos (onde Alencar Almeida nasceu e se criou), Folha de S.Paulo, Nova Escola, Universo Online, EducaRede, Novae e Agência Carta Maior.
Com a reportagem "Saudemos estes homens famosos", sobre o cotidiano de um quarteirão de bairro da periferia de São Paulo, publicada na Caros Amigos, foi finalista do Prêmio Imprensa Embratel 2000/2001, na categoria Regional Sudeste.
Trabalha hoje como repórter free-lancer (especializou-se na cobertura de assuntos ligados à periferia, tema de sua predileção) e como consultor de textos. Publicou em 2002 Entrevista com o Diabo, pela editora Tupynanquim.

Contato: alencar.almeida@uol.com.br; arlette.azevedo@datamidia.com.br
Tels.: (11) 8162 4750 / (11) 4503 9949/9910

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março 18, 2005

Satisfação aos colegas repórteres-fotográficos, jornalistas e cidadãos

Negativo Filme, Marcelo Min, 20041126,  segurança particular Marcelo Silva, na hora em que me agredia com cassetete de ferro simplesmente porque fotografei o carro de seu colega sobre a calçadaFilme Negativo, 03/01/2001, Marcelo Min, Pms me agredindo após fotografá-los algemando crianças
Negativo Filme, 2000/09/26, fotos dos Policiais Militares que me agrediram e quebraram a minha câmara fotográfica quando eu me posicionava para registrar a agressão que a repórter-fotográfica Kathia Tamanaha, do jornal Estado de São Paulo sofria dos PMs durante manifestação anti-globalização do S26

É fato! Fiquei conhecido como o fotógrafo que apanhou do vizinho do Maluf. Sou assim apresentado quando reencontro alguém acompanhado na fila do cinema. É assim na banca do pastel, no elevador, na rua, no cafezinho de todo dia, na pauta, num churrasco no sítio ou numa reintegração de posse noutro sítio, no boteco, tem segurança que eu nunca vi e que me chama pelo nome. E aí Min! Até o fotojornalista do Estado de São Paulo, Nilton Fukuda, também de origem oriental como eu, chegou e me disse: -Velho, não aguento mais repetir que não fui eu quem apanhou do Maluf!
E muita gente, jornalistas, fotógrafos, desconhecidos vêm me perguntar, alguns até me intimando, e aí, tá processando o segurança? Fico constrangido, porque ainda não formalizei nenhuma representação. Na época do incidente escrevi indignado a pedido do Sindicato dos Jornalistas este texto, e claro, tudo o que escrevi tá valendo.
A empresa Folha da Manhã, não irá prestar assessoria jurídica alguma num processo civil contra a empresa de segurança patrimonial, alegando os altos valores das custas do processo. Além do mais no dia 31 de janeiro fiquei sabendo que a partir de 1º de fevereiro eu não trabalharia mais na equipe de fotógrafos do jornal, ou seja, foi um valeu mas apartir de amanhã você está fora. Mas o que eu queria dizer mesmo é que para eu entrar com a ação civil vou ter que juntar quase 2 meses do salário que eu ganhava para pagar o advogado e iniciar a ação. E claro que não tenho sobrando, enfim, em até duas semanas, gasto todas as minhas reservas mas entro com a porra do processo -não vou precisar mais ouvir por hora, o "ainda não entrou!?!?"- e em alguns anos, se nós (os fotojornalistas) ganharmos, pelo menos não vou ser o coréia que apanhou do segurança e sim o repórter-fotográfico que processou e ganhou a ação contra a empresa de segurança e vigilância patrimonial, Gocil, responsável por 15.000 funcionários, dentre eles o segurança Marcelo Silva, treinado em Israel, segundo o próprio dono da Gocil, mas sem o mínimo preparo profissional, um cara que anda armado, cego em suas ações pela certeza da impunidade. Pelo menos os milhares de seguranças desta empresa vão ter que pensar mais de duas vezes antes de agredir um cidadão no exercício de sua profissão.
Manos, não vou deixar barato, não vou ficar quieto, e nem vou fingir que não estou vendo!

Posted by fotogarrafa at 11:59 PM

Tudo sobre a blitz na Folha, Band e Editora Três

Fiquei sabendo no dia do quebra-quebra-pau dos perueiros em greve, via repórter freela-fixo da Folha de São Paulo, que houve uma fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho na Folha Online e a ordem era que todo mundo que a empresa mantinha irregular fosse se refugiar no cafezinho da firma. Achei que fosse uma piada, mas não era.
Agora na Editora Três, tudo bem eu entendo, nada mais natural do que a velha picaretagem habitual em relação às leis.
Não vejo a hora de chegar logo o domingo para ler o Ombudsman da Folha de São Paulo, Marcelo Beraba, meu xará, comentando este paradoxo jornalístico. Ou será que ele vai fechar os olhos também?

Digital, Marcelo Min, 20050308, Rua Antônio de Godoi
arquivo: foto 08/03/2005

Fonte: Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo / Portal Imprensa
Durante anos, o Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo vem solicitando à Delegacia Regional do Trabalho, que durante as fiscalizações nas empresas de comunicação, para apuração de irregularidades, diretores do Sindicato pudessem acompanhar os fiscais para subsidiar os auditores.
Após várias reuniões, o Conselho Sindical composto por representantes de entidades sindicais, como jornalistas, radialistas, enfermeiros, padeiros etc., definiram, na Delegacia Regional do Trabalho, a realização de um Comando de Fiscalização no ramo da Comunicação. O Comando foi então marcado para o dia 10 de março.
Estes comandos já foram realizados em outras atividades, como metalúrgicos, costureiras, padarias, telemarketing, administadores etc. Outras profissões também terão Comando de Fiscalização.
No último dia 10 de março, foram visitadas 9 empresas na cidade de São Paulo e outras 10 no interior e litoral, para apurar irregularidades nas contratações de Jornalistas, Radialistas e Trabalhadores em Editoras de Livros.
O Sindicato dos Jornalistas acompanhou os auditores em três locais: Editora Três, Folha de São Paulo e Rádio e TV Bandeirantes. Na Editora Três os diretores Amilton Vieira e Lourdes Augusto (Lourdeca), acompanharam os auditores fiscais Marjóre Tartuce e Armando Barizan. A ação fiscalizadora começou às 13 horas e encerrou-se às 14 horas. Apesar do horário inadequado (horário de almoço) e do pouco tempo, foram constatadas varias irregularidades como jornalistas sem registro em carteira, estágios irregulares, contratos ilegais na forma de Pessoa Jurídica, etc.
Os auditores da DRT - Delegacia Regional do Trabalho/Oeste, já realizaram fiscalização na empresa no mês de junho de 2004 e constataram, na época, que 58 empregados não tinham registro em carteira.
Na redação da Isto É On line a informação que se tem é que a maioria dos colegas que lá atuam não têm registro em carteira. No entanto, a fiscalização da DRT/Oeste nem foi até a redação e, se fosse, de nada adiantaria pois estavam todos em horário de almoço.
É importante que se esclareça que o horário da fiscalização foi determinado pelos fiscais da DRT, e que os diretores do Sindicato só podem acompanhar os auditores do Ministério do Trabalho quando a empresa permite.
No Grupo Folha de S. Paulo (Folhão, Folha On Line, Agência Folha, Agora, Folha Imagem e Revista da Folha não foi permitida a entrada do presidente do Sindicato, Fred Ghedini e do diretor José Augusto Camargo. Dois fiscais da DRT/Centro subiram aos andares da sede da Folha, acompanhados de profissionais do Departamento de Recursos Humanos.
A medida em que houver informações sobre a fiscalização, estas serão divulgadas. É importante ressaltar que a ida dos auditores aos locais designados hoje apenas abre um processo que deve continuar nos próximos dias. Há prazo para as empresas entregarem a documentação. Ao mesmo tempo, o Sindicato continuará municiando a DRT com informações, para que o processo de fiscalização seja bem sucedido.
Na Bandeirantes, os fiscais foram acompanhados por diretores do Sindicato dos Jornalistas, Eureni Pereira e Telé Cardim, e dos Radialistas. Também lá a empresa não permitiu que os representantes dos Sindicatos acompanhassem os auditores. Mesmo assim, a fiscalização foi feita e novas informações serão divulgadas nos próximos dias.
Antes mesmo do Comando, o Sindicato esteve ontem (9 de março) representado pelo seu diretor, Amilton Vieira em visita à AAT/Suzano - A Hora de Suzano. Na ocasião, nosso diretor esteve acompanhando o Auditor da DRT/Guarulhos, Paulo Y. Suguiyama, para tratar de irregularidades trabalhistas junto aos jornalistas da casa, como falta de pagamento do 13º salário, atraso de pagamento de salários, falta de registro em CTPS e registro profissional (repórter fotográfico e diagramador) e estágio. O representante da empresa, Mauro Campos de Siqueira, comprometeu-se até o dia 16 deste mês, regularizar detalhadamente todos os casos.
Assim como o processo agora iniciado segue nas 19 empresas visitadas hoje, ele deve se alastrar para outras empresas que utilizam contratos de trabalho ilegais, ou que não respeitam as cláusulas da Convenção Coletiva e a legislação vigente.
“Ao participar do Conselho Sindical e contribuir com os procedimentos da fiscalização, estamos cumprindo nossa obrigação, seja do ponto de vista legal, seja do ponto de vista do interesse dos jornalistas. No entanto, a finalidade do Sindicato não é punir as empresas ou quem quer que seja. Isso é com a Justiça. Nosso objetivo é que as empresas cumpram a Lei e respeitem os direitos trabalhistas dos colegas”, explica o presidente Fred Ghedini.
Ghedini acrescenta que essa é uma das iniciativas que fazem parte da Campanha Nacional contra a Precarização das Relações de Trabalho. Outras estão sendo preparadas seja pela FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), da qual Fred Ghedini é vice-presidente, seja no âmbito do próprio Sindicato. “O ideal é que as empresas reconheçam as irregularidades, assumam o compromisso de saná-las, e cumpram tais compromissos. Isso seria bem melhor do que lançar mão de outros instrumentos, como o Ministério do Trabalho ou o Ministério Público do Trabalho, ou mesmo a Justiça do Trabalho e, em alguns casos, até denúncia na Polícia, como aconteceu recentemente com a Gazeta Mercantil”, diz Ghedini.

Free-lancers contratados depois de fiscalização na Folha
Da Redação do Comunique-se

Depois que as redações da Folha de S. Paulo e da Folha Online receberam fiscais da Delegacia Regional do Trabalho no último dia 10/03, que, segundo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, deu um prazo para que a empresa regularizasse a situação de muitos free-lancers, alguns profissionais estão sendo efetivados, outros dispensados. Fontes na redação da Folha afirmam que a informação que circula no mercado de que há mais contratados do que dispensados não é correta.

“Parece que a ordem na Folha é não contratar mais free-lancers”, disse Fred Ghedini, presidente do SJPSP.

Procurada pelo Comunique-se, a direção da Folha não quis se pronunciar.

Desde o dia 10/03, o Conselho Sindical, formado por sindicatos, inclusive o de jornalistas de São Paulo, e também por representantes da Delegacia Regional do Trabalho, tem feito comandos de fiscalização em diversas empresas, inclusive jornalísticas. Até agora, 19 veículos de Comunicação em todo o Estado de São Paulo foram fiscalizados. O objetivo dos comandos é apurar irregularidades nas contratações de Jornalistas, Radialistas e Trabalhadores em Editoras de Livros.

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Prossegue fiscalização do Ministério do Trabalho em empresas da área de Comunicação em São Paulo
Sindicato dos jornalistas de São Paulo

Por iniciativa da Delegacia Regional de Trabalho de São Paulo e a pedido do Sindicato dos Jornalistas, prossegue a fiscalização na área de Comunicação iniciada no dia 10 deste mês, simultaneamente em várias cidades do Estado e que atingiu 19 empresas. O Sindicato ainda não tem um balanço completo dessa iniciativa, mesmo porque ela está em andamento. As fiscalizações, planejadas na forma de comandos por ramo da economia, vêm sendo planejadas no âmbito do Conselho Sindical, criado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em várias regiões do país, com a participação dos Sindicatos. O Sindicato dos Jornalistas integra o Conselho Sindical de São Paulo. Além do que foi veiculado no Boletim Eletrônico passado, sobre a Editora Três, a Bandeirantes e a Folha, há aqui informações novamente sobre a Bandeirantes e o Grupo Folha, além do Jornal da Cidade, de Jundiaí.


No Grupo Folha

No dia 10, os auditores Dalísio Domingues e Vera Galvão Moraes foram à Folha acompanhados do presidente do Sindicato, Fred Ghedini, e do diretor José Augusto Camargo. A empresa não permitiu a entrada dos dirigentes sindicais. Os auditores do Ministério do Trabalho tomaram um “chá de cadeira” de cerca de 30 minutos e foram recebidos pelo representante do jurídico trabalhista da empresa. A demora, soube-se depois, era para que a empresa evacuasse a redação da Folha On Line dos colegas que trabalham irregularmente naquela redação. Como há mais de 50 postos de trabalho na redação, e só estavam no local 20 jornalistas quando os auditores lá chegaram, a informação obtida pelo Sindicato é que os outros 30 foram mandados para o 10o andar, para impedir que os auditores os encontrassem em seus lugares, flagrando a empresa no descumprimento da lei. O Sindicato apurou que parte dessas pessoas teve sua situação regularizada nos últimos dias (não sabemos exatamente quantos), que outra parte continua irregular e que alguns colegas, que faziam frila, foram dispensados. A fiscalização não chegou ao Folhão nem ao jornal Agora. Mesmo assim, no Folhão, dos pouco mais de 60 “frilas fixos”, aproximadamente 40 teriam sido contratados. No Agora também houve várias contratações. O Sindicato apurou que a DRT está estudando a melhor forma de prosseguir a fiscalização nos próximos dias, pois são muitas situações que precisam ser verificas em diferentes andares do prédio da empresa Folha da Manhã, que publica a Folha de S. Paulo, o Agora e a Folha On Line.

Posted by fotogarrafa at 09:35 PM

março 08, 2005

Eu não leio a Veja!

Digital, Marcelo Min, 20050308, Rua Antônio de Godoi
Rua Antônio de Godoi

Posted by fotogarrafa at 09:37 PM

fevereiro 22, 2005

quando a pessoa não dá certo na vida

"(...)quando a pessoa não dá certo na vida, vai ser jornalista. Daí quando não sabe escrever, vira fotógrafo(...)" Ricardo Kotscho
Uma aula de Jornalismo (com jota maiúsculo) na entrevista que o ex-secretário de imprensa do Lula deu ao Unidade, jornal do SJSP.

Posted by fotogarrafa at 10:03 PM

janeiro 10, 2005

Fechando no escuro

Digital, Marcelo Min, 20050110, redação Folha de São Paulo

Digital, Marcelo Min, 20050110, redação Folha de São Paulo

Digital, Marcelo Min, 20050110, redação Folha de São Paulo

Digital, Marcelo Min, 20050110, redação Folha de São Paulo
Desta vez o incêndio foi lá no Anhangabaú, mas o blackout no centrão atingiu a redação bem na hora do fechamento

Posted by fotogarrafa at 10:52 PM

dezembro 06, 2004

Liberdade de Violência

Um depoimento meu para o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo sobre a agressão que sofri.

Posted by fotogarrafa at 11:32 PM

novembro 27, 2004

Autoretratos

Horizontal
Digital, 20041126
Minhas amigas, meus amigos, apesar da injeção e dos seis pontos no cocoruto, eu tô bem! Tirei vários raios-x da cabeça e foi constatado que realmente não tenho nada. Tá tudo oco, bem vazio lá dentro!
Ei, valeu a solidariedade, o carinho, a preocupação e a força de todos!
Ah, a minha resposta para a violência gratuíta daqueles seguranças e os responsáveis será uma só: exigir todos os meus direitos de cidadão. Eles que se preparem porque pra mim a luta só começou!

http://oglobo.globo.com/foto_sequencia/default_cacetada.asp?1

Contra a liberdade de violência
"Depois de algumas porretadas na cabeça e sangrando, infelizmente, virei notícia. Fui vítima da ignorância e do abuso de poder de um segurança privado, que, sem motivo lógico algum, a não ser a certeza da impunidade, agrediu-me repetidas vezes com um cassetete de metal. Com o agressor, não havia trocado uma palavra, um gesto, nem mesmo um olhar. O detalhe irônico é que Marcelo Silva é o segurança particular da residência do proprietário de uma das maiores empresas de segurança particular do Brasil, a Gocil. Não que tenha sido a primeira vez que fui atacado enquanto trabalhava, mas, graças aos meus colegas de profissão que muito bem documentaram o ato de covardia, e depois de toda a repercussão que o caso teve, a minha obrigação, mais do que nunca, é lutar contra a lógica da impunidade. Como cidadão e como jornalista, quero fazer valer todos os meus direitos.

Que a justiça seja feita e que atitudes injustificadas contra os cidadãos ou profissionais da imprensa não se repitam, pois quero ter a garantia que toda vez que eu encontrar um carro sobre a calçada pública, ou ver alguém sendo espancado por policiais militares, ou ver crianças na rua sendo algemadas, ou ver corredores de hospitais públicos repletos de pacientes sendo mal atendidos, eu vou, sim, fotografar e fazer questão que saibam que estou fotografando. Como repórter fotográfico, tenho o direito, e mais, o dever de documentar essas imagens. Que a busca da informação seja livre, pois é uma condição fundamental na construção de uma sociedade democrática mais justa e, conseqüentemente, menos violenta e arbitrária.

Estamos no Brasil da concentração de renda, da corrupção, no Brasil das injustiças e das desigualdades sociais, no Brasil da violência e dos exércitos paralelos, não podemos ficar alimentando essa roda de injustiça, medo e impunidade. Temos que lutar pela informação livre. Sempre." Marcelo Min

Vertical
Digital, 20041126

Posted by fotogarrafa at 02:33 AM

novembro 24, 2004

Os donos

Digital, Marcelo Min, 20041124, Octavio Frias e o filho Luís Frias, presidente da Folha
Octavio Frias e o seu filho Luís Frias, presidente da Folha de São Paulo
Irônico, mas um dia depois de me comprometer a agilizar o site da Arfoc, na reunião sobre a precarização da profissão dos jornalistas de imagem, tenho como missão, a quarta pauta do dia, fazer um 3X4 literal do Octavio Frias.

Posted by fotogarrafa at 06:47 PM

setembro 20, 2004

Estadão, JT e Fotogarrafa

Sem querer me gabar mas a capa do Estadão de ontem foi sobre o PETI e a Bolsa Família, em Arapiraca, com as crianças que trabalham na colheita do fumo. E não é que a foto de capa do JT de hoje é sobre o granizo dentro das casas... Dois furos com um fotogarrafa só ; ). Em tempo, as fotos de Arapiraca no OESP foram feitas pelo Dida Sampaio e as do granizo no JT pelo repórter-fotográfico Márcio Fernandes.

Posted by fotogarrafa at 01:18 PM

agosto 04, 2004

Onde há fumaça...

Hoje praticamente me incubiram de ficar fotogarrafando por aí... Tava de saída quando levei o maior susto! Fogo e sufoco na redação e não tinha nada haver com o último passaralho dos Frias! Aliás graças à ação rápida de alguns funcionários que arriscaram a pele é que o fogo do ar condicionado não se alastrou!

04/08/2004, filme cor

04/08/2004, filme cor

04/08/2004, filme cor

04/08/2004, filme cor


04/08/2004, filme cor

negativo filme cor

negativo filme cor

04/08/2004, filme cor

04/08/2004, filme cor

04/08/2004, filme cor

Posted by fotogarrafa at 11:16 PM

maio 13, 2004

Burrices

Parece que foi combinado. Enquando o mundo todo tava puto (e com razão) contra os norte-americanos e ingleses (inclusive eles mesmos) por causa das denúncias de tortura e assassinatos em Abu Ghraib e em outros buracos, aqueles iraquianos cegos de vingança vão lá e degolam o Nick Berg em frente à câmara de vídeo. Burrice pois quem era vilão virou a vítima.

Aqui no Brasil, o governo petista conseguiu fazer o contrário! Enquanto tava tudo mundo puto (e com razão) contra o New York Times e contra o Larry Rother, vem a genial idéia de expulsar o jornalista norte americano do país. Ou seja, quem era a vítima tornou-se um vilão autoritário nas páginas dos principais jornais deste mundo globalizado. Será que ninguém ali sabe jogar xadrez?

Comments

pois é, concordo com vc! até agora falou-se (e muito) em liberdade de expressão, que o governo está agindo de forma autoritária e bla bla bla...mas e a ética profissional desse jornalista americano?! será que isso também não deveria ter virado motivo de discussão?!
porque quem leu aquele artigo na íntegra tem dimensão do quão estapafúrdio ele é.

Posted by: patsy at maio 15, 2004 12:30 AM

pô, min, o lula não é vítima porra nenhuma. todo mundo sabe que ele é um puta pé de cana. e mais: o repórter não agradava ao governo há tempos. ce lembra da matéria que o Rother escreveu sobre os motivos (desviar grana para a eleição do lula) da morte do celso daniel. a expulsão, que agora pode não acontecer, seria unir o útil ao agradável. um brinde do ditador da silva - o número 51 na lista das personalidades mais importantes do mundo, segundo a Time Magazine.

Posted by: arthur at maio 13, 2004 06:30 PM

sem noção de xadrez
sem noção de diplomacia
sem noção moral
sem noção politica
sem noção cerebral
porra!
sem noção!

Posted by: fernando at maio 13, 2004 04:51 PM

Roque do Rei e cheque! Não é mate. Ainda dá pra salvar a partida, mas vai precisar muita movimentação do rei.

Posted by: Ruben at maio 13, 2004 10:06 AM
Posted by fotogarrafa at 01:27 AM

maio 03, 2004

The 'good guys' who can do no wrong

200405_iraq.jpg

Ainda usando o MT it!, li um texto na Folha do Robert Fisk sobre os soldados do Eixo do Bem mandando pau nas torturas e maus tratos e resolvi postar aqui em inglês.

Robert Fisk, who first reported incidents of British brutality against Iraqi prisoners in January, says we should be appalled but not surprised by the latest evidence

02 May 2004

Why are we surprised at their racism, their brutality, their sheer callousness towards Arabs? Those American soldiers in Saddam's old prison at Abu Ghraib, those young British squaddies in Basra came - as soldiers often come - from towns and cities where race hatred has a home: Tennessee and Lancashire.

How many of "our" lads are ex-jailbirds themselves? How many support the British National Party? Muslims, Arabs, "cloth heads", "rag heads", "terrorists", "evil". You can see how the semantics break down.

Add to that the poisonous, racial dribble of a hundred Hollywood movies that depict Arabs as dirty, lecherous, untrustworthy and violent people - and soldiers are addicted to movies - and it's not difficult to see how some British scumbag will urinate into the face of a hooded man, how some American sadist will stand a hooded Iraqi on a box with wires tied to his hands.

The sexual sadism - the bobby-sox girl soldier who points at a man's genitals, the mock orgy in Abu Ghraib prison, the British rifle in the prisoner's mouth - might be a crazed attempt to balance all those lies about the Arab world, about the desert warrior's potency, the harem, polygamy.

Even today, we still show the revolting Ashanti on our television stations, a feature film about the kidnapping of the wife of an English doctor by Arab slave-traders, which depicts Arabs as almost exclusively child-molesters, rapists, murderers, liars and thieves. It stars - heaven spare us - Michael Caine, Omar Sharif and Peter Ustinov and was made partly in Israel.

Indeed, we now depict Arabs in our films as the Nazis once depicted Jews. But Arabs are fair game. Potential terrorists to a man - and a woman - they must be softened up, "prepared", humiliated, beaten, tortured. The Israelis use torture in the Russian Compound in Jerusalem. Now we torture in Saddam's old jail outside Baghdad and - for this is where British soldiers beat a young Iraqi to death last summer - in the former office of Saddam's most murderous chemical warfare fascist, the awful "Chemical" Ali.

And the officers? Didn't the British lieutenants and captains and majors in the Queen's Lancashire Regiment know that their lads were kicking to death a young Iraqi hotel worker last summer?

That man's fate - and the documentary evidence proving that he was murdered - was first revealed by The Independent on Sunday in January. Didn't the CIA boys at Abu Ghraib know that Ivan "Chip" Frederick and Lynddie England, two of the American soldiers in the photographs published last week, were obscenely humiliating their prisoners?

Of course they did. The last time I saw Brigadier General Janis Karpinski, commander of the 800th Military Police Brigade in Iraq, she told me she had visited Camp X-Ray in Guantanamo and found nothing wrong with it. I should have guessed then that something had gone terribly wrong in Iraq.

I remember how in Basra, on the eve of a visit by Tony Blair, I visited the British Army's press office in the city to ask about the death of 26-year-old Baha Mousa. The dead man's family had given me British documents proving that he had been beaten to death in custody, that the British Army had itself tried to pay off the family if they would give up any legal claim against the soldiers who so cruelly killed their son.

I was met with yawns and a total inability to furnish information about the event. I was told to call the Ministry of Defence in London. The officer I spoke to appeared weary, even impatient about my inquiry. There was not a single word of compassion for the dead man.

Back in September last year, General Karpinski was with a small group of journalists in Abu Ghraib - the same ghastly prison in which thousands were put to death by Saddam, the same jail in which Frederick and England and their American buddies were standing their hooded Iraqi prisoner on a box with supposed electrodes on his hands - and General Karpinski took some delight in escorting us to the old Saddam execution chamber.

She led the way into the concrete room with its raised dais and gallows, and - in front of us all - triumphantly pulled the gallows lever so that the trap door clanged down. She urged us to read the last messages scrawled on the walls of the neighbouring death row by Iraqis awaiting Saddam's vengeance. But there was something wrong about her prison tour.

There was no clear judicial process for the prisoners and there was no mention - until I brought it up - of the mortar attack on the American- held jail which killed six of the inmates in their tents in August, when General Karpinski was already in command of Iraq's 8,000 prisoners. They had been given "counselling", she told us. "They seemed to think we had been using them as some kind of sand-bag." Abu Ghraib was then being attacked by insurgents four out of every seven nights. Now it is attacked twice every night.

Oddly, she claimed in answer to a question of mine that there were "six prisoners claiming to be American and two claiming to be from the UK". But when General Ricardo Sanchez, the senior Iraqi officer in Iraq, later denied this, no one asked how the confusion had arisen. Was General Karpinski making it up? Or was General Sanchez not telling us the truth? Prisoners' names were often confused, Arabic script was mis-transliterated, men went "missing" from the files. It spoke of a whole culture in which Iraqis - especially Iraqi prisoners - were somehow not worthy of the same rights as us Westerners; which is why, I suppose, the occupying powers in Iraq always give us the statistics of Westerners' deaths but care not the slightest to discover the statistics of the deaths of Iraqis, the very people they are mandated to protect and care for.

A few weeks ago, I was chatting to a young American soldier off Saadoun Street in the centre of Baghdad. He was giving sweets to street kids and mimicking the Arabic for "thank you": sukran. Did he know Arabic, I innocently asked. He grinned at me. "I know how to shout at them," he said. And there you have it.

We are all victims of our high-flown morality. "They" - the Arabs, Muslims, "cloth heads", "rag heads", "terrorists" - are of a lesser breed, of lower moral standards. They are people to be shouted at. They have to be "liberated" and given "democracy". But we little band of brothers, we dress ourselves up in the uniforms of righteousness. We are marines or military police or a Queen's regiment and we are on the side of good. "They" are on the side of "evil". So we can do no wrong.

Or so it appeared until those shameful pictures last week tore apart the whole bandwagon and proved that race hatred and prejudice is an old historical inheritance of ours. We used to call Saddam the Hitler of Iraq. But wasn't Hitler one of "us", a Westerner, a citizen of "our" culture? If he could kill six million Jews, which he did, why should we be surprised that "we" can treat Iraqis like animals? Last week came the photographs to prove we can.

Posted by Fotogarrafa at maio 3, 2004 08:42 PM



Comments

Ups, estou escrevendo de novo só pra dar o link do Kalinesia, um bloguinho burguês que eu toco... Ru

Posted by: Ruben at maio 6, 2004 08:06 AM

Min, o Fisk escreveu muito bem o que sentimos: "We should be appalled but not surprised". Ou seja, ficamos embasbacados, mas não surpresos. Tudo isso era mais do que previsível. Ah, as coisas ainda vão piorar mais. Não há como ser diferente. A entrega do poder no meio do ano é conversa para boi dormir. Não há como organizar um governo representativo (de quem? de quais etnias? o que é o Irak afinal??)e que seja de confiança das grandes potências. Sim, porque ninguém entrega poder a quem não confia. Fisk ainda vai ter muito trabalho, escrevendo, mostrando, alertando, denunciando... Hugs Ru

Posted by: Ruben at maio 6, 2004 08:05 AM
Posted by fotogarrafa at 10:54 PM

agosto 09, 2003


da esq. p/ dir. os jornalistas Rosental Calmon Alves, da Knight Center for Journalism in the Americas, José Roberto de Toledo (Abraji, Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), e os norte-americanos da IRE (Investigative Reporters and Editors), Brant Houston e Ron Nixon durante Primeiro Seminário Internacional sobre CAR (Reportagem com Ajuda do Computador) realizado ontem no auditório Freitas Nobre, na ECA-USP
Os palestrantes mostraram a importância do cuidado e dos usos que podem ser feitos com os dados e estatísticas disponibilizados na internet para o levantamento de pautas e novos olhares sobre a realidade. Interessante como a partir de programas de planilhas e bancos de dados é possível fazer jornalismo investigativo. Interessante mesmo e perigoso...

Posted by fotogarrafa at 11:15 PM

agosto 07, 2003

Ladainha: Tabela de preços para fotojornalismo

Na redação de um dos jornais mais influentes da América Latina, Santa Edwiges, protetora dos pobres e endividados, não tem mão. Talvez isto explique alguns mistérios que rondam as vidas de jornalistas e fotógrafos freelancers e que dependem de bicos na imprensa para viverem...

Ai minha santinha, protegei-me e faça com que exista liberdade de imprensa e que ainda possa continuar a bicar (ou freelar) por este jornal que tanto admiro, até quem sabe um dia ser empregado, e minha santinha por favor que não haja nenhum tipo de retaliação sobre este pobre trabalhador só por mostrar um fato simples que ocorre em minha profissão mas que raramente é dito...


Eu, Fotogarrafeiro, segurando um Contrato de Cessão de Direitos Autorais, 32% abaixo do valor de tabela

Santinha, este repórter-fotográfico só quer receber o pagamento justo pelo seu trabalho. Existe uma tabela de preços para o fotojornalismo acordada entre as empresas jornalísticas, os editores, os profissionais e o sindicato dos
jornalistas, mas que o maior dos jornais brasileiros simplesmente não a respeita. Recebo pautas, santinha, como se fossem me dado favores divinos... Ai que tristeza santinha... e trabalho tem pintando tão pouco... Os remunerados, né?
Pois amanhã santinha estarei indo pra FEBEM fotogarrafar... a noitinha vou conhecer um cursinho pré-vestibular para alunos de baixa renda... e quem disse que recebo algum dinheiro por isso? ahhh santinha, a satisfação é enorme, mas ahhh... meu aluguel, ahhh um notebook, um dia, né... Mas voltando para a minha ladainha (santinha perdão mas não sei rezar nadinha, sou ateu), este respeitado jornal paga somente 68% do valor de tabela. Depois com os descontos dos impostos, sobra o que? Santinha mesmo com uma mão, protegei-me! Fico entre a cruz e a espada pois diz a tabela de Fotojornalismo, no item 7: De acordo com o artigo 10 do Código de Ética dos Jornalistas, o repórter fotográfico NÃO PODERÁ ACEITAR OFERTA DE TRABALHO REMUNERADO EM DESACORDO COM PISO SALARIAL DA CATEGORIA OU TABELA DE PREÇOS FIXADA PELA SUA ENTIDADE DE CLASSE.
Perdoa este pobre pecador!



Reunião de Pauta, adivinha de que jornal eu estou falando... ;)

Posted by fotogarrafa at 11:25 PM

LUTO


foto de arquivo (27/07/2003)

O Brasil está em prantos, comoção nacional, bandeira a meio pau, morreu o magnata da comunicação, 98 anos, alma generosa e que sempre primou pela justiça social e pela informação responsável e de qualidade, sempre focada nos interesses das pessoas, dos brasileiros seja lá qual for a sua cor, sua classe social, sua filiação política.
E foi tanta tristeza que nem sobrou lágrimas ou sentimentos para os 5.000 sem-tetos, bando de desalmados egoístas que estavam se aproveitando de um contexto de crise para o lucro próprio, mas que finalmente foram expulsos de uma propriedade privada invadida e assim o estado de direito e a justiça foram preservados. Que ardam nas chamas do inferno! E viva o Brasil, país onde nunca reinará a crueldade, a desordem, a hipocrisia e onde as pessoas são todas iguais perante a lei!
Ok, ok... uma coisa não tem nada haver com a outra. Mas pra mim tem tudo haver! Cansei desta porra toda!
E deixa eu fazer a minha picaretagem, os meus sofismas e meus gracejos irônicos sem graça do jeito que eu bem entender

Posted by fotogarrafa at 11:21 PM

fevereiro 05, 2003

Rosebud


natureza morta


um dos quatro filhotes da Quiquinha mas que nasceu mortinho da
silva...isso foi em 2001. Achei a Quiquinha numa praça da Vila Madalena
e um mês depois disso cheguei em casa e tavam lá os filhotinhos... pusta
trampo que deu!


Editora Três, e suas Istoés, exemplo típico de uma empresa de comunicação que desrespeita os funcionários, os colaboradores, os seus leitores e sobretudo a lei. Só podia ser de um sujeito à lá Domingo Alzugaray e sua patota.


No Brasil da concentração de renda e das injustiças, picaretagem é que dá ibope, né não?
foto do Chatô da William Speers em dezembro de 1999, durante o prêmio caboré

Agora pra não ficar só reclamando da vida, vai-vai aqui um exemplo do que se faz de melhor no jornalismo brasileiro: http://www.cartacapital.com.br



alumínio e erro de scanner

Olha só quem apareceu enquanto eu fazia algumas fotos de um ensaio no Teatro do Sesi, e claro aproveitei para fazer uns retratos que acabou ficando com um jeito de Tio Patinhas ou de Irmãos Metralha. Puts, I´m just kidding, eu perco o emprego, o job, o freela, a boa estima, mas não deu pra perder a piada nem o trocadilho fotográfico.

Otávio Frias Filho, herdeiro da Folha de São Paulo

Posted by fotogarrafa at 02:52 AM

dezembro 19, 2002

Nei Duclós


Nei Duclós, editor da revista Notícias FIESP/CIESP, com a sua coleção de revistas que ajuda e inspira a imprensa (TV Cultura, Estadão, PEGN, Valor Econômico, etc, etc) a ter um novo olhar sobre a indústria brasileira

Posted by fotogarrafa at 02:43 AM

outubro 08, 2002

Roberto Civita

Roberta e Roberto Civita
Roberto Civita, dono da editora que faz a Revista Contigo!
obs: pra vocês verem que uma verdade pode ser uma grande mentira!

Posted by fotogarrafa at 02:33 AM

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