
Acompanhamos uma UTI neonatal que trabalha com cuidados paliativos. Nela, a medicina faz diferença mesmo quando não há cura
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista Época

É tão estranho”, ela diz. “Passei a vida inteira batendo ponto, com horário pra tudo. Quando me aposentei, arranquei o relógio do pulso e joguei fora. Finalmente eu seria livre. Aí apareceu essa doença. Quando tive tempo, descobri que meu tempo tinha acabado”.
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Época

Há um ano, ele luta contra o Estado que o matou
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista Época

O assunto é o mesmo para todos, mas você deve buscar maneiras de torná-lo mais compreensível para quem precisa
Cinthia Rodrigues, Marcelo Min (fotos), Revista Nova Escola

Ao lado do mais novo cartão-postal de São Paulo Marcão e sua família já não têm mais vizinhos, mas ainda defendem seu lar
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista Época

As psicanalistas Michele Kamers e Carla Cumiotto conquistaram na Justiça o direito de registrar seus filhos gêmeos no nome de ambas
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista Época

Gravidez em meio a desocupação da favela Jardim Edite, na região da av. Berrini

Abuso de intervenções médicas, falta de informação e de segurança para decidir têm tirado de muitas mulheres o direito ao parto natural. A cesárea, indicada para situações de risco, ainda ocorre de forma indiscriminada no Brasil
por Luciana Benatti (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista do Brasil

Lá, eles respeitam o tempo de morrer. Lá, cuidar é mais importante que curar. Lá, todo dia eles respondem: prolongar a vida ou aceitar o fim?
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista Época

Sozinho, estirado na calçada da rua 7 de Abril, o menino que dorme à luz do dia, alheio ao que acontece em volta, é a imagem-símbolo da infância perdida nas ruas do centro de São Paulo. Como ele, dezenas de crianças de diversas idades sobrevivem amontoadas na região da Praça da República. Sem documentos, sem dignidade, sem direitos, contam com seus cobertores imundos como abrigo e as marquises dos prédios como proteção.
Por Luciana Benatti (texto) e Marcelo Min (fotos), Jornalirismo

Com mais informações sobre o distúrbio, médicos calculam que o Brasil pode ter 1 milhão de casos não diagnosticados
Por Tânia Nogueira (texto), Marcelo Min (fotos), Revista Época