
Acompanhamos uma UTI neonatal que trabalha com cuidados paliativos. Nela, a medicina faz diferença mesmo quando não há cura
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista Época

É tão estranho”, ela diz. “Passei a vida inteira batendo ponto, com horário pra tudo. Quando me aposentei, arranquei o relógio do pulso e joguei fora. Finalmente eu seria livre. Aí apareceu essa doença. Quando tive tempo, descobri que meu tempo tinha acabado”.
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Época

Há um ano, ele luta contra o Estado que o matou
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista Época

Lá, eles respeitam o tempo de morrer. Lá, cuidar é mais importante que curar. Lá, todo dia eles respondem: prolongar a vida ou aceitar o fim?
Eliane Brum (texto) e Marcelo Min (fotos), Revista Época